09 | agosto

Cinco pais, 10 filhos e muitas histórias de amor e dedicação

De cidades tão diferentes como Londrina, Cuiabá, Curitiba, Campo Grande e Joinville trazemos cinco histórias. São pais que fazem seu melhor para criar e amar a próxima geração. A gente sabe bem que os desafios que isso implica, mas ouvir o que eles têm a dizer deixa claro que tudo vale a pena.

Amor é construção: A história de Omar e Emanuel

O gerente de Engenharia da Vanguard Londrina (PR), Omar Malouf Ibrahim, conheceu o enteado, Emanuel, numa festinha junina da escola. Emanuel tinha então 10 anos e Omar iniciava um namoro com a mãe daquele garotinho. Aquela noite ficou pra sempre na memória: Emanuel ganhou um videogame no bingo e um pai  que nunca mais deixou de estar ao seu lado.

Outro marco importante foi justamente quando o menino fez questão de ter o sobrenome do padrasto em seus documentos. “Quando ele me contou isso foi tão surpreendente e importante”, lembra o engenheiro.

índice13

Hoje com 19 anos, Emanuel estuda no interior de São Paulo – se prepara para um concorrido vestibular no curso de Engenharia Aeronáutica –  e Omar não esconde o orgulho do rapaz educado, estudioso e amigo, e da relação de pai e filho repleta de amor, cumplicidade, respeito e companheirismo que construíram juntos.

Amor vezes dois: Cezar, Maria Eduarda e Matheus

Desde criança, Cezar Santette, nosso colaborador em Joinville (SC), sonhava ser engenheiro. Mas nem em sonhos imaginou a alegria que viveria ao ser pai dos gêmeos Maria Eduarda e Matheus Henrique, de 10 anos.  Hoje, ele se realiza ao levar os filhos para conhecer as obras que faz.

Cezar também incentiva bastante os filhos na prática de atividades esportivas: Maria Eduarda treina ginástica rítmica e Matheus se dedica ao futsal. “Acredito muito nos benefícios que o esporte traz”, comenta. “Pequenas atitudes deles me deixam muito feliz. Por exemplo, são cuidadosos com os avós, pacientes. Obedecem, se preocupam com a tarefa, em ir bem na escola”, completa.

2W0A6132A

Sempre perto: Marcio, Ian e Sarah

 “Nada me deixa mais feliz do que saber que meus filhos estão bem”. É assim que Marcio do Nascimento Ferreira, gerente regional da Vanguard em Cuiabá (MT), define  a satisfação que sente ao fazer o melhor que pode para o filhos Ian, de 12 anos, e Sarah, de 8.

Divorciado, ele tem a guarda compartilhada das crianças. Dia sim, dia não, está com eles e  no geral a rotina inclui levar pra escola e acompanhar em atividades como as aulas de tênis – que eles praticam com total incentivo do pai  – além ajudar nas tarefas escolares. E sem abrir mão daquele tempo tão necessário para a diversão. Gostam de baralho e passam horas jogando Uno. Jogam até poker juntos!

WLF_9663

Paixão Coxa Branca: José, Jamile e Giovana

Pai e filhas são apaixonados por futebol. Essa afinidade, o companheirismo e a cumplicidade fazem toda a diferença na vida do almoxarife José Carlos Pereira, da Vanguard Curitiba (PR), pai da Jamile, de 15 anos, e da Giovana, de 5.

Ir ao estádio para assistir a um jogo do Coritiba, o time do coração, é programa mais que especial para essa família que, além de torcer unida, ainda nos momentos de lazer gosta de jogar uma bolinha perto de casa. “Não tem coisa mais importante na minha vida que a família”, afirma José Carlos, feliz da vida.

 IMG_4510

Dose tripla: Yuri, Igor, Italo e Isabela

Pai do Igor, 13 anos, do Italo, de 8 ,  e da Isabela, de 3 anos, o Yuri Yamaura é analista de projetos da Vanguard em Campo Grande (MS). Ele participa ativamente na rotina das crianças. Leva para as escolas ( a turminha estuda em colégios diferentes), acompanha os garotos nos treinos de judô todas as noites nos dias de semana e está junto sempre que possível nas competições que eles participam. ”Também já pratiquei judô, ainda brinco um pouco. Sou faixa marrom”, revela Yuri, que gosta muito de ler e procura incentivar as crianças neste hábito. A doce Isabela, ainda bem pequena, já dá seus primeiros passos no balé.

Dia dos Pais_trat

“O que mais de deixa feliz, realizado como pai, é que eles são naturalmente boas crianças. Os meninos –  que já são maiores –  se preocupam com a escola, as notas são ótimas”, orgulha-se.

___________

Texto: Cristina Luchini | Máxima Comunicação